Como disse, estou feliz porque estou bem mais perto de me formar e isso me deixa alegre por demais. É sim uma realização pessoal pra mim, já que estudei grande parte da minha vida em escola pública, e os poucos anos que estudei em escolas particulares foi por meio de bolsas. Quando me lembro do meu terceiro ano, à noite, lá no Paulo Benevides, meu Deus a Universidade era um sonho pra mim, ainda mais a UFC. Chegava do trabalho às vezes seis, às vezes sete da noite, tomava banho e ia pra aula, às vezes sete e quarenta ,o vigia ainda me deixava entrar, pra assinstir aula até às nove, meu Deus, nem sei como consegui terminar. Me lembro que meu primeiro vestibular eu tentei pra Jornalismo, e no dia da inscrição aconteceu um fato interessante, cheguei mais tarde no trabalho e disse pro meu gerente que tinha ido fazer minha inscrição no vestibular da UFC, ele me disse:- o que é que tu quer fazendo vestibular da UFC, tu acha que tu passa é? É, não passei pra Jornalismo, mas passei pra Biblioteconomia, e tô aqui hoje, cinco anos depois, me formando, uma bibliotecária, sim senhor, e com muito orgulho. Ê mundo véi pra girar menino.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Lêndea Preta
Como disse, estou feliz porque estou bem mais perto de me formar e isso me deixa alegre por demais. É sim uma realização pessoal pra mim, já que estudei grande parte da minha vida em escola pública, e os poucos anos que estudei em escolas particulares foi por meio de bolsas. Quando me lembro do meu terceiro ano, à noite, lá no Paulo Benevides, meu Deus a Universidade era um sonho pra mim, ainda mais a UFC. Chegava do trabalho às vezes seis, às vezes sete da noite, tomava banho e ia pra aula, às vezes sete e quarenta ,o vigia ainda me deixava entrar, pra assinstir aula até às nove, meu Deus, nem sei como consegui terminar. Me lembro que meu primeiro vestibular eu tentei pra Jornalismo, e no dia da inscrição aconteceu um fato interessante, cheguei mais tarde no trabalho e disse pro meu gerente que tinha ido fazer minha inscrição no vestibular da UFC, ele me disse:- o que é que tu quer fazendo vestibular da UFC, tu acha que tu passa é? É, não passei pra Jornalismo, mas passei pra Biblioteconomia, e tô aqui hoje, cinco anos depois, me formando, uma bibliotecária, sim senhor, e com muito orgulho. Ê mundo véi pra girar menino.
domingo, 15 de novembro de 2009
"Hay que endurecer..."
domingo, 25 de outubro de 2009
Eu levanto
domingo, 11 de outubro de 2009
Honra
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Hoje
domingo, 27 de setembro de 2009
tentando arrumar
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
E eu continuo tentando
E assim como eu
Tem um monte de gente aí
Que tá tentando também
Que tá se dobrando
Que tá se virando em cem
Tem um monte de gente aí
Que tá tentando
Que acorda cedo
Que pega ônibus lotado
Que vai no pic, que vai no aperto
Que leva esborro o tempo inteiro
Mas continua, tá tentando
Tem um monte de gente aí
Que procura ser honesto
Que procura não forçar a barra
Que junta dinheiro o ano todo
Pra entrar num consórcio
Numa sociedade, sei lá
pra dá pra alguém gastar
Não importa, tá tentando
Tem um monte de gente aí
Que pede carona,
Que faz favor, que pede favor
Que deixa filho com avô
E sai pra trabalhar
Se virando, tá tentando
Tem um monte de gente aí
Que, como eu, tá procurando ser melhor
Que olha pro futuro e não desiste
Que sabe a hora de entrar
Que reconhece a hora de sair
Que nem sabe o significado da palavra dignidade
Mas é capaz de exercê-la mesmo sem saber
Que nunca leu um versículo bíblico
Mas é cheio de Deus até no falar
Que muda as circunstâncias
Que põe o que ama em primeiro lugar
Que constrói o mundo em cima disso
E continua tentando
E amanhã pode até ser diferente
Mas tá lá Tá tentando
E eu... o que é que eu posso fazer?
Eu tô tentando.
Fel
domingo, 20 de setembro de 2009
Eu tô tentando
sábado, 13 de junho de 2009
Hoje é dia de agradecer, somente agradecer
Hoje eu não quero me assentar à mesa do banquete
Hoje eu só quero te adorar por tudo o que Tu és”

Hoje vim agradecer por ser minha força
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Hoje é dia de Declaração de Amor
Escolheu a melhor roupa, arrumou-se toda.
O cheiro era novo, diferente. Maquiagem – não, ele não gosta – ela também não. Olhou no espelho, nos olhos duros, sempre foram olhos duros, mas agora estavam mais rígidos ainda, quase petrificados, era dor ela sabia.
Era dia dos Namorados, e ela ainda tinha esperança, podia acreditar nas palavras dele, no que mentira nos últimos meses, mas estava disposta a perdoá-lo, queria mais uma vez se declarar, treinou os diálogos, repassando as falas na frente do espelho, parava, olhava, reconhecia, tinha medo.
Desceu as escadas e foi a pé, a casa era bem próxima, logo ali na outra esquina. Durante o caminho ia pensando em como tudo passou tão rápido, em como o tempo não estava ajudando a cicatrizar a ferida que teimava em continuar aberta, mal sabia ela que, logo mais, um dedo invisível reviraria novamente a chaga.
Dobrou a esquina e pasmando se deparou com o casal que mais a frente caminhava, espere, deixe-me descrever:
_ O Rapaz, magro, alto, de andar mole, como sempre teve, com a mão na cintura de uma moça. A moça, proporcional, bonita, de mão no ombro do rapaz.
Hum! É engraçado, mas ela não teve medo, dessa vez foi ela quem caminhou bem atrás, seguindo os passos, só no cheiro, esperando para que ele virasse e olhasse bem nos seus olhos, mas ele não virou, e ainda pôde ouvi-lo sussurrando no ouvido da outra. Ela parou e esperou que o casal sumisse no final da rua, voltou pra casa, lavou o rosto, sentou no sofá da sala, e tirou do peito a sua declaração de amor. Eu nunca quis prendê-lo, eu nunca nem lhe quis assim, pra mim Eu só quero o que é meu e você, ah você é do mundo inteiro E você não tinha obrigação de me querer, nem de olhar pra mim, mas olhou e aí eu me perdi, olhar pra você foi meu maior erro, e o seu, retribuir. Olhe, é certo que as coisas caminharam pra um lugar que eu não queria que chegassem, mas o que posso fazer? Lembra quando me dei conta de que estava me prendendo, ai meu Deus eu estava me apaixonando, de onde estava já não podia mais voltar, eu falava, agora falo o mesmo, só que voltando do caminho. Nada tem mais graça, continuar, muito menos voltar, se eu tivesse uma borracha apagaria tudo e começaria uma nova história, mas agora já não dá, eu sei, e por causa de você eu aprendi a dizer não, eu disse não, os “nãos” que eu me cansei de ouvir, agora são tão fáceis pra mim. Me perdoe, eu sei que já estou perdendo a razão, ainda me pergunto que loucura estou fazendo sabendo que nada vai mudar, mas hoje eu quero que você saiba que nunca será lembrado como tristeza, porque foi de minha alegria razão por muitos dias, quero que saiba que tenho tanta raiva de ainda gostar tanto de você assim, que não existe ninguém aqui agora, só a constatação das últimas coisas que bate à minha porta: eu ainda não te esqueci.
Desculpa, não falo mais nisso
quinta-feira, 21 de maio de 2009
A razão das últimas coisas...*
quarta-feira, 13 de maio de 2009
E minha conversa com Ju continuou...
terça-feira, 21 de abril de 2009
Sonho = Futuro, e o futuro como será?
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Essa tá aqui faz tempo
Acende a fé no peito sofredor
E procura esquecer.
Infeliz de quem ri na capa de agressor!
Esse alguém vai viver.
Escuta, alma querida!
Quem ofende ou se põe a revidar
Atira fogo e lama à própria vida,
Compra fel e pesar.
Cultiva a compaixão serena e boa,
Envolve todo o mal em bem-querer.
Ai daquele que fere ou que atraiçoa!
...Esse alguém vai viver!!!"
(Chico Xavier)
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Voltando
Como disse estou voltando a escrever por aqui, depois de muitas águas passadas, depois de muito tempo sem tempo, depois de muito cansada. Pretendia voltar no dia do aniversário do meu blog, domingo, mas a febre não deixou, essa virose que ataca todo mundo me atacou também, e febre, frio e chuva não combinam bem, e se combinar vira pneumonia. Ando meio longe daquilo que se parece normal, esse ano se mostrou até legal no começo, mas agora já tá embolando o meio de campo, e é sempre assim, quando as coisas não dão certo as outras vão atrás, são coisas invejosas, que querem imitar as outras. Por vezes tive vontade de vir aqui e escrever, mas não deu, falta de tempo, de inspiração, de coragem, e por aí vai. Mas agora eu tô de volta porque meu blog tava largado e quem dera eu tivesse tempo pra cuidar dele e deixá-lo todo bonitinho igual a muitos que eu vi por aí, mas qualquer dia eu enfeito esse negócio aqui. Nesse tempo longe eu vi muita coisa, e quando achava que já tinha visto tudo constatei que não tinha visto nada ainda. Aprendi muito, e é assim, me ensina vida que eu to aqui pra aprender, sou do bem, pago pra vê. Vi que a mentira e o pensar em si mesmo são irmãos, não são gêmeos, mas são filhos do mesmo pai, vi que as pessoas estão em busca de qualquer coisa menos de tranqüilidade, vi que mentir com palavras dói menos do que com atitudes, vi que realmente mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira assim como fala na música, e que aquilo que o nosso coração desconfia ser, na maioria das vezes é, a gente é que não quer reconhecer, e aquela história do “não importa o quanto você se importa, algumas pessoas simplesmente não se importam”, isso é uma máxima. Vi isso e muito mais, reconheci alguns erros, descobri tanta coisa, é e Deus sabe, eu não procuro não, as coisas vêm até mim, eu não tenho culpa, se as verdades se desnudam quando me vêem passar, parece que pra zombar de mim até, mas chegam no tempo certo, as verdades acenam pra mim do alto da torre e gritam: olha! lá vai ela, lá vai ela! Foi sempre assim, o ofendido sempre é o último a saber, mas no final ele sempre acaba sabendo, e isso não só é máxima, como é bíblico. E o que eu devo pensar agora, o que eu devo fazer? Vou fazer um poema besta
domingo, 22 de março de 2009
Porque eu tô voltando
